20 de julho de 2011

A intimidade do Casal


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Temos recebido vários e-mails de maridos desapontados com suas respectivas esposas. Segundo eles, quando elas eram incrédulas, eram muito mais mulheres do que depois de convertidas. Parece que o novo nascimento as fez “apagar”sexualmente.
Há até quem reclame que o ato conjugal não tem ocorrido com mais frequência como antigamente. Tenho certeza de que o diabo está adorando esta situação, pois nada é mais nocivo ao casamento do que os desencontros num leito imaculado.
Por experiência própria posso afirmar que o futuro de um casamento feliz está na cama. O casal pode ser cheio do Espírito Santo, mas se não tiver uma vida sexualmente ativa, dificilmente serão fiéis um ao outro.
O ato conjugal dentro do casamento é como o alimento cotidiano do corpo físico. E não adianta ninguém querer contrariar essa natureza humana porque o apetite sexual é como o apetite alimentar; ambos fazem parte do corpo humano que Deus mesmo criou. Claro, existem certas exceções, como o caso dos eunucos. Mas, em regra geral, não há como omitir ou fingir que não se tem.
Eu sei que no meio evangélico há uma tremenda hipocrisia quanto a esse assunto. Muitos colegas de outras denominações têm considerado o ato conjugal como algo carnal e até demoníaco, como se o sexo tivesse sido criado mesmo no inferno. E essa ignorância tem sido divulgada entre os convertidos, a tal ponto que muitos estão deixando de lado suas obrigações para com seus respectivos maridos e respectivas esposas.
Se o ato conjugal é uma carnalidade ou coisa demoníaca, então minha mulher e eu somos carnais e carecemos de libertação. Além do mais, posso confessar que quanto mais nos relacionamos sexualmente mais ficamos agarrados e dependentes um do outro.
A verdade é que a falta do uso da fé aliada à inteligência tem feito a maioria dos cristãos verdadeiros fracassados a partir da sua própria vida familiar.
Ainda outro dia alguém me escreveu, dizendo: “Sou casado há 23 anos, gosto da minha esposa e me sinto muito bem com ela em todos os momentos. Ela me é sexualmente muito atraente e não sinto repulsa ou falta de desejo por ela. Porém, confesso que minha vida sexual deixa muito a desejar. Enquanto sinto necessidade de 2 a 3 relacionamentos semanais, minha esposa se dá por satisfeita uma vez por mês. Se a solicito acima disso, ela, após uma tonelada de desculpas que já conhecemos, até me atende, mas com total desinteresse. Minha esposa é uma obreira abençoada, cheia de virtudes, que só mesmo uma pessoa muito de Deus possui… Ela acha que sexo é coisa ruim e suja perante Deus. Isso tem tornado nosso relacionamento um verdadeiro desastre, pois eu estou sempre insatisfeito e não consigo esconder... Isso me causa um transtorno muito grande, pois, conforme aprendemos, não devemos sentir saudades das coisas passadas, quando éramos do mundo, mas eu sinto muita saudade (muita mesmo) da nossa vida sexual antes da nossa conversão, além de estar sempre insatisfeito, o que me leva, muitas vezes, a desejar outras mulheres, mesmo sabendo que isto não é correto.”
Fico pensando no que essa obreira deve orientar quando uma esposa chega para ela e conta a mesma situação em relação ao seu marido. Ela quer, mas ele não.
O apóstolo Paulo orienta claramente a esse respeito, quando diz:
“O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher. Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos aplicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que satanás não vos tente por causa da incontinência.” (1 Coríntios 7:3-5)
O Senhor, através de Salomão, ensina o seguinte com respeito ao ato conjugal entre marido e mulher:
Depois de exortar o filho a obedecer Sua Palavra e adverti-lo contra a mulher adúltera, Ele diz:
“Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço. Derramar-se-iam por fora as tuas fontes, e, pelas praças, os ribeiros de águas? Sejam para ti somente e não para os estranhos contigo. Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores e gazela graciosa.
Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias. Por que, filho meu, andarias cego pela estranha e abraçarias o peito de outra?” (Provérbios 5:15-20)
Note que a água aqui simboliza o ato conjugal; a cisterna e correntes do poço, a esposa. “Sejam para ti somente e não para os estranhos contigo” significa dizer que se ele não der atenção para ela, outro dará!
“Seja bendito o teu manancial…Saciem-te os seus seios…embriaga-te sempre com as
suas carícias.” São termos profundamente fortes na expressão do ato sexual entre os casados.
Chama muita atenção o ato de “embriagar” de amor. E o que você, meu caro evangélico, tem a dizer disso? E você, obreira desalmada, o que tem a dizer dessas palavras da Bíblia?
Será que o seu leito vai continuar dividido para dar chance ao diabo de tentar seu marido?
Saiba que se ele cair em tentação, você será conivente.
Deus abra os olhos de todos. Em o Nome do Senhor Jesus, amém!
Deus abençoe abundantemente.
Publicado por: Bispo Edir Macedo

Um comentário:

  1. A árvore dos amigos!
    Autor desconhecido

    Existem pessoas em nossas vidas
    Que nos deixam felizes pelo simples fato
    De terem cruzado o nosso caminho.

    Algumas percorrem ao nosso lado,
    Vendo muitas luas passarem,
    Mas outras apenas vemos entre um passo e outro.
    A todas elas chamamos de amigo.

    Há muitos tipos de amigos.
    Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles.
    O primeiro que nasce do broto
    É o amigo pai e o amigo mãe.
    Mostram o que é ter vida.

    Depois vem o amigo irmão,
    Com quem dividimos o nosso espaço
    Para que ele floresça como nós.
    Passamos a conhecer toda a família,
    A qual respeitamos e desejamos o bem.

    Mas o destino nos apresenta outros amigos,
    Os quais não sabíamos que
    Iam cruzar o nosso caminho.
    Muitos desses são designados
    Amigos do peito, do coração.
    São sinceros, são verdadeiros.
    Sabem quando não estamos bem,
    Sabem o que nos faz feliz...

    Às vezes, um desses amigos do peito
    Estala o nosso coração e então
    É chamado de amigo namorado.
    Esse dá brilho aos nossos olhos,
    M úsica aos nossos lábios, pulos aos nossos pés.

    Mas também há aqueles amigos por um tempo,
    Talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora.
    Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face,
    Durante o tempo que estamos por perto.

    Falando em perto,
    Não podemos nos esquecer dos amigos distantes,
    Que ficam nas pontas dos galhos,
    Mas que quando o vento sopra,
    Aparecem novamente entre uma folha e outra.

    O tempo passa, o verão se vai,
    O outono se aproxima,
    E perdemos algumas de nossas folhas.
    Algumas nascem num outro verão
    E outras permanecem por muitas estações.
    Mas o que nos deixa mais feliz
    É que as que caíram continuam por perto,
    Continuam aumentando a nossa raiz com alegria.
    Lembranças de momentos maravilhosos
    Enquanto cruzavam o nosso caminho.

    Desejo à você, folha da minha árvore,
    Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade...
    Hoje e Sempre...

    Simplesmente porque:
    Cada pessoa que passa em nossa vida é única.
    Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós.
    Há os que levaram muito,
    Mas não há os que não deixaram nada.

    Esta é a maior responsabilidade de nossa vida
    E a prova evidente de que
    Duas almas não se encontram por acaso.

    Tenha uma ótima tarde na paz do Senhor!
    Daiane

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